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Como fazer uma adega para condimentar seus vinhos!

O vinho é uma bebida que combina com os mais variados alimentos, em todas as épocas do ano, como também, complementa a experiência gastronômica, transformando uma simples refeição em um festival de sabores. Os mais encorpados são uma ótima pedida para a temporada de inverno, enquanto os frisantes podem ser bastante refrescantes no verão.

Ter boas e variadas opções de vinho em casa é sempre uma ótima pedida para aqueles encontros de última hora com a família e os amigos ou para um jantar especial. E para que essas bebidas não percam suas propriedades, é imprescindível que sejam armazenadas da forma correta. O ideal, é, portanto, contar com uma adega. Você pode optar pelos modelos já prontos ou, se tiver espaço em casa, montar uma adega totalmente personalizada.

É possível sim montar uma adega em casa, de maneira artesanal, e isso é uma opção excelente para os amantes de vinho que começam a colecionar exemplares, mas não têm onde armazená-los adequadamente.

Veja algumas ideias que podem lhe auxiliar a deixar a sua adega com a sua cara!  

Encontrando o lugar

A adega pode ser montada em praticamente qualquer lugar da sua casa. O local, no entanto, não pode receber diretamente luz solar e precisa ter uma temperatura constantemente mais baixa, já que o ideal é que os vinhos sejam armazenados entre 13 e 18ºC.

Se você tem o privilégio de ter um porão em sua casa, já encontrou o local ideal, pois nele há pouca incidência tanto de luz como de calor. Além do mais, esse ambiente provavelmente conseguirá abrigar uma quantidade maior de garrafas do que uma pequena adega montada em um canto da sala.

Dimensionando o seu espaço

Dimensionar o espaço que você tem ocioso em casa e que pode servir direitinho para a montagem de uma adega. Sabe a área embaixo da escada que está vazia e só acumula sujeira? Que tal montar pequenos nichos já no tamanho das garrafas?

Use MDF ou madeira de reflorestamento. No caso de optar pelo mdf, os mesmos já vêm prontos para uso, já no caso de optar pela madeira de reflorestamento, ela precisará receber camadas de verniz. Nada que não possa ser feito por você mesmo, basta ter as ferramentas básicas como pincel, pregos, parafusos, martelos. Aqui você pode fazer quantos nichos couberem no local escolhido.

Adega suspensa

Quem está quebrando a cabeça para decorar a parede da sala, cozinha, ou até do corredor, pode experimentar fazer uma adega suspensa. Caso não caibam tantos exemplares, já é uma boa saída. E de quebra, ainda ajuda a dar aquela embelezada na casa.

Depósito/Despensas

Despensas que foram substituídas por armários embutidos, podem se transformar em adegas maravilhosas! Aproveite para fazer uma limpeza geral, dando outros rumos para o que não é mais usado e, criando uma nova finalidade para o ambiente. Aqui, o local acaba sendo perfeito, uma vez que a temperatura não sofre oscilações e estará sempre fechado, evitando que entre luminosidade, o que pode alterar as propriedades da bebida.

Sala de estar personalizada

E o que acha de criar uma estante de vinhos na sua sala de estar? Embora as tradicionais estantes de livros não devam ser abolidas, acrescentar uma com vários rótulos é uma boa pedida para dar aquele toque pessoal ao ambiente. E as dimensões da adega podem ser as mais variadas possíveis.

Tomando os cuidados necessários

No caso das adegas personalizadas, é preciso ter o cuidado de verificar se a temperatura não está variando, pois isso pode vir a prejudicar o produto, alterando seu sabor e suas propriedades.

Também é preciso manter o estoque sempre limpo e as garrafas armazenadas na posição horizontal. Caso contrário, a rolha pode ressecar, permitindo, assim, que o ar entre na garrafa, oxidando a bebida. Já as que são fechadas com tampas de rosca podem ficar em pé mesmo.

Com todas essas dicas, que tal começar o ano com uma adega novinha em casa? Ou será que você já providenciou essa inovação durante o ano? Compartilhe suas histórias e impressões conosco!

Fonte:

https://casa.abril.com.br/ambientes/adega-para-vinhos-dicas-para-montar-a-sua-sem-erro/

https://blog.casashow.com.br/aprenda-montar-adega-casa/

https://blog.famigliavalduga.com.br/guia-completo-para-montar-uma-adega-de-vinhos-em-sua-casa/

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FUNDO DE RESERVA

Fundo de reserva e do Fundo de obras são utilizados no auxílio na administração dos condomínios, eles têm regras parecidas, mas destinos diferentes.

O Fundo Reserva é a arrecadação mensal que garante o bom funcionamento do condomínio, com ele cobrem-se despesas emergenciais e imprevistas. Também é a única forma de contribuição mensal extra que pode ser decidida em convenção, podendo variar de 5% a 10% do valor da contribuição mensal ou então um valor em reais pré-definido.

Como usar?

Deve ser usado para que o condomínio tenha uma continuidade, porém sempre repondo o valor total tirado para que este caixa esteja intacto. Contas de água e luz não devem ser pagas pelo fundo, porém em caso de atraso pode-se utilizar deste recurso para que não haja multas e juros para o condomínio. Esta prática não deve ser realizada com muita frequência já que se foi usado o fundo reserva significa que algum condômino não pagou sua contribuição mensal.

Quem deve pagar?

Assim como qualquer outro fundo, será revertido para o condomínio, ou seja, será um valor investido durável que ficará para o proprietário, logo o fundo reserva deve ser pago pelo proprietário do apartamento. Em caso que a unidade esteja alugada, o acerto deve ser feito através da imobiliária ou então, no caso de uma locação particular, com o próprio locador, não havendo assim uma intervenção direta, contanto que a contribuição seja paga.

O ideal seria fazer a divisão de dois fundos, um para gastos previstos e outro para gastos extraordinários, fazendo assim com que não haja prejuízos ao condomínio.

Outros fundos ainda podem ser estabelecidos, como fundos de reforma, que são muito úteis no momento em que o condomínio decide que é hora de investir um pouco no embelezamento do condomínio.

Fundos de equipamentos, podem ser criados para a compra de móveis para o condomínio, como mesas, cadeiras, tapetes entre outros objetos que venham a trazer mais conforto e comodidade aos condôminos.

Quem administra estes valores?

            Como uma das demandas do Síndico, manter o controle das contas em dia pode ser um desafio diário, assim a Imobiliária Jaeger oferece o serviço de Administração de Condomínios, indicando sempre qual o melhor caminho a seguir e o momento certo de agir, executando toda a administração financeira do prédio.

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Casa com Piscina

Piscina em casa. É bom ou ruim?

Durante a pandemia, com clubes fechados, as pessoas começaram a olhar para as piscinas com um carinho maior. Isso valorizou bastante alguns imóveis e acabou mexendo com o preço.

Ter uma piscina é um desejo de muitas pessoas na hora de adquirir uma casa ou um terreno para construir.  Esse desejo está sendo realizado cada vez mais, tanto em imóvel de médio quanto de alto padrão.

Tudo bem, resolvi ter uma piscina. O que devo cuidar?

Antes de mais nada, o material. O mercado vem oferecendo diversos tipos de materiais, como fibra, vinil e concreto.

A piscina de fibra não restringe a personalização, devido ao fato de a estrutura vir praticamente pronta, é necessário que a instalação seja feita no local, tendo uma rápida instalação.

Atente-se nesse caso para as bolhas. Alguns fabricantes oferecem um material de qualidade inferior que estufam e fazem bolhas, dando um aspecto feio e desvalorizando a piscina.

Já a piscina de vinil oferece diversas possibilidades. Elas são montadas no local e não dependem de tamanho e forma. Ela exige uma base de concreto e dispensa o uso de azulejo ou pastilhas, pois seu revestimento é o vinil. 

Outro ponto positivo do vinil é que não precisa de impermeabilização, já que o vinil é o próprio impermeabilizante. O tempo de instalação do vinil também é baixo.

É importante observar que excesso de cloro pode desbotar o vinil, e que objetos pontiagudos podem danificar o material. O vinil também precisa ser enchido rapidamente, necessitando de um carro pipa.

A piscina de concreto, ou de alvenaria, costuma ter um custo maior, não restringem tamanho ou forma, além de possibilitarem uma boa decoração.

Essa piscina, por usar azulejo, é mais duradoura. Tem como vantagem adaptar-se a qualquer desenho de terreno, versatilidade de design e fácil manutenção com possibilidade de utilizar qualquer tipo de produto.

As desvantagens são o custo, precisa de impermeabilização, o tempo de construção que vai de 2 a 4 meses e a limpeza que precisa ser feita com uma frequência maior.

Procure uma empresa que tenha experiência e que dê garantia. Parece óbvio e simples, mas muitas vezes pode acontecer de não ficar bem nivelado e precisar retirar a piscina com toda a água – que vai fora – para refazer o nivelamento. (Nesse caso sugerimos efetuar alguma cláusula com a empresa onde ela se comprometa a pagar a água).

Atenção as etapas pré-instalação. O planejamento é fundamental. Hoje em dia as pessoas estão colocando piscinas em espaços pequenos, e cuidar onde ficará cada coisa é as vezes mais importante do que a própria piscina. A exemplo de luzes, acessórios, aquecimento e jatos d’água.

Lembre-se do chuveiro, do espaço para o motor, e de um lugar para colocar o material da piscina, boias, utensílios de limpeza, produtos entre outros.

A manutenção da piscina consiste em filtrar, escovar, aspirar e peneirar a piscina. Você precisará fazer um investimento necessário para comprar os materiais e também terá um custo mensal, com os produtos químicos para manter a água cristalina e limpa, produtos como cloro, estojos de teste de PH e cloro, esponjas e limpa bordas.

As quantidades de produtos utilizadas no tratamento da água variam de acordo com o volume da água da piscina, tipo de tratamento, da frequência de uso e da época do ano. Lembrando que você poderá fazer a manutenção ou contratar um profissional ou empresa terceirizada para isso.

Antes de instalar uma piscina é preciso tomar certos cuidados, escolher corretamente o tamanho, a privacidade da sua piscina em relação aos vizinhos ou à sua rua, a atenção em relação ao local em que a piscina será instalada deve ser redobrada. Ainda mais no que diz respeito às condições do solo.

Na hora de construir uma piscina informe-se também se será necessário mexer na estrutura do seu terreno para que ele comporte a armação. O ideal é escolher um local no terreno em que haja maior incidência solar e que não apresente sombras provocadas pela casa.

A posição solar é bem importante, o recomendável é que ela seja instalada na face norte do terreno. Ali, a incidência do sol é maior, mesmo no inverno. Por isso, na hora de escolher o lugar, esse ponto é fundamental.

É interessante observar o que estará ao redor da piscina. Prefira aqueles locais mais afastados de árvores e outras plantas, pois o vento facilita a incidência de folhas e possíveis sujeiras na água, o que aumenta os cuidados que você terá pela frente com a manutenção.

Uma piscina precisa ser segura para que a diversão não traga acidentes. Pensando nisso, é adequado verificar quem serão os usuários e, assim, adotar medidas de segurança primordiais. Certifique-se também de que as bordas não sejam tão escorregadias. Quando há pés molhados e resquícios de água que transborda com os mergulhos, para evitar acidentes.

Identifique quem mais vai usar a piscina, por exemplo, as crianças pequenas podem não aproveitar tanto uma piscina de profundidade maior. Talvez seja mais conveniente elaborar o projeto para uma piscina mais rasa, se você tiver filhos pequenos. Idosos e pessoas com dificuldade de locomoção precisam de apoio para entrar e sair da água. Se for esse o caso, considere uma escada e um corrimão como acessórios.

 É só isso? Devo me preocupar com algo mais na instalação?

Deve atentar-se a pelo menos mais duas coisas. Primeiro o motor. Não economize!

Esse é o famoso barato que sai caro, ele queima na chuva, estraga, pode dar choque, da manutenção recorrente, enfim, pode ser uma grande dor de cabeça. Ao escolher o motor, certifique-se de comprar algo que não vá dar problemas futuros.

O outro ponto é o piso. Se for deck, atente-se para o custo de manutenção recorrente como verniz e depreciação natural acelerada. Se for piso, verifique o quanto ele esquenta e o quanto fica liso com a umidade. É normal as pessoas queimarem os pés ou deslizarem em pisos escorregadios.

Se a ideia é colocar gramado, lembre-se da sujeira.

 A piscina na sua casa valoriza o imóvel, isso quer dizer que quando você optar pela venda, seu imóvel terá um diferencial importante para o mercado, agregando assim valor. A estimativa é de que a piscina em casa seja capaz de valorizar o imóvel em até 30%. O incrível é que o investimento necessário para se adquirir a piscina e instalá-la no imóvel é bem menor do que isso. Desta forma, o proprietário sai no lucro quando vende ou aluga um imóvel com piscina, uma vez que recebe em rendimentos mais dinheiro do que investiu anteriormente.

Para quem gosta de juntar a turma em casa, ter as crianças por perto, curtir o sol e o verão reservadamente e sem muita exposição, piscina é mais do que obrigatório.

 Para aqueles que preferem um pomar, grama ou mesmo piso e que não querem ter manutenção com a pisciana.  E gostam de clubes para aproveitar, reconsidere a piscina em sua vida.

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Averbação do contrato de locação junto ao Registro de imóveis

Para entender melhor sobre a averbação do contrato de locações, precisamos primeiro entender sobre a averbação, considerando esses aspectos vamos explicar o que é averbação do imóvel, a averbação do contrato de locações, os custos envolvidos e sua importância.

O que é uma averbação?

A averbação é o ato de informar todas as alterações realizadas no imóvel e também na condição dos proprietários. Reformas, contrato de locação e até mesmo mudanças no estado civil dos donos devem ser indicados por meio da averbação. Elas devem ser anotadas na matrícula do imóvel para que as pessoas tenham acesso ao histórico do bem, caso seja preciso.

O que é o contrato de locação?

O contrato de locação de imóveis urbanos é regulamentado pela Lei nº 8.245/91 chamada de Lei do Inquilinato. Os contratos geram diversas obrigações e direitos tanto para o locador como para o locatário.

Muitos locatários desconhecem um importante direito que lhes é garantido pela mencionada lei, qual seja, o direito de averbar o contrato de locação celebrado na matrícula do imóvel, junto ao Cartório de Registro Imóveis.

Porque averbar um contrato de locação?

Podemos ressaltar que a averbação é algo fundamental para quem vai locar um imóvel, visto que protege o direito de locador (proprietário) e locatário (inquilino). Conforme estipulado pela Lei do Inquilinato, se o contrato de locação não estiver averbado e o imóvel for alienado, o locatário fica obrigado a desocupá-lo em até 90 dias. Entretanto, se o processo de averbação tiver sido concluído, o locatário possui garantia de permanecer no imóvel pelo tempo determinado pelo contrato.

O custo da averbação do contrato de locações Os valores da averbação variam conforme os critérios, se a averbação será feita com valor declarado – caso de compra e venda, construção e demolição do imóvel – ou, se será feita sem valor declarado – caso de alteração no estado civil, reformas e outros.

A Lei do Inquilinato e a averbação

Sobre a lei do Inquilinato e a averbação do contrato, em seu artigo 27 estabelece que o locatário tem preferência na compra do imóvel locado em igualdade de condições com terceiros. Assim, o locador deve comunicar ao locatário a intenção de vender o bem e fornecer todas as condições do negócio.Assim, caso o Locatário seja excluído no seu direito de preferência, poderá reclamar do locador perdas e danos, ou, depositando o preço e demais despesas do ato de transferência daquele imóvel, o procedimento precisa ser realizado no prazo de seis meses, a contar do registro do ato no cartório de registro de imóveis e desde que o contrato de locação esteja averbado pelo menos trinta dias antes da alienação junto à matrícula do imóvel, conforme prevê o artigo 33 da lei do Inquilinato.

No caso do locatário pretende se valer do direito de preferência na compra do imóvel caso o locador se propuser a vender, é aconselhável que já leve o contrato ao Registro de Imóveis, averbando-o na matrícula desde o momento em que for formalmente celebrada a locação. Caso o locatário não tenha condições de adquirir o imóvel, poderá exigir que o prazo do fim da locação seja respeitado, desde que tenha sido inclusa cláusula de vigência que assegura o cumprimento integral do prazo acordado no instrumento de locação bem como tenha sido realizada sua averbação no cartório de registro de imóveis.

Sendo assim, uma vez inserida no contrato de locação cláusula que assegura o cumprimento integral da locação e sendo o contrato averbado na matrícula do imóvel, nenhum indivíduo poderá alegar seu desconhecimento.

Na prática para que o registro se efetive há a necessidade de se constar do Contrato de Locação, além da exata descrição do imóvel coincidente com a que consta da sua matrícula como discriminado o Locatário, deve-se indicar o proprietário do imóvel, proprietário esse relacionado também na respectiva matrícula.

No Registro de Imóveis, além da matrícula, serão feitos:

I – O Registro:

1) da instituição de bem de família;

2) das hipotecas legais, judiciais e convencionais;

3) dos contratos de locação de prédios, nos quais tenha sido consignada cláusula de vigência no caso de alienação da coisa locada (…)

Art. 169 – Todos os atos enumerados no art. 167 são obrigatórios e efetuar-se-ão no Cartório da situação do imóvel, salvo:

I – as averbações, que serão efetuadas na matrícula ou à margem do registro a que se referirem, ainda que o imóvel tenha passado a pertencer a outra circunscrição;

II – os registros relativos a imóveis situados em comarcas ou circunscrições limítrofes, que serão feitos em todas elas, devendo os Registros de Imóveis fazer constar dos registros tal ocorrência;

III – o registro previsto no n° 3 do inciso I do art. 167, e a averbação prevista no n° 16 do inciso II do art. 167 serão efetuados no cartório onde o imóvel esteja matriculado mediante apresentação de qualquer das vias do contrato, assinado pelas partes e subscrito por duas testemunhas, bastando a coincidência entre o nome de um dos proprietários e o locador.       

Art. 27. No caso de venda, promessa de venda, cessão ou promessa de cessão de direitos ou dação em pagamento, o locatário tem preferência para adquirir o imóvel locado, em igualdade de condições com terceiros, devendo o locador dar – lhe conhecimento do negócio mediante notificação judicial, extrajudicial ou outro meio de ciência inequívoca.

Art. 167 – No Registro de Imóveis, além da matrícula, serão feitos. (…)

II – a averbação (…)

16) do contrato de locação, para os fins de exercício de direito de preferência. (…)

Art. 33. O locatário preterido no seu direito de preferência poderá reclamar do alienante as perdas e danos ou, depositando o preço e demais despesas do ato de transferência, haver para si o imóvel locado, se o requerer no prazo de seis meses, a contar do registro do ato no cartório de imóveis, desde que o contrato de locação esteja averbado pelo menos trinta dias antes da alienação junto à matrícula do imóvel.

Fonte: www.1ribh.com.br/contratolocacao; pinheirovillela.com.br/a-importancia-da-averbacao-e-registro-do-contrato-de-locacao-na-matricula-do-imovel/

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Troca de chaves ao entrar no imóvel locado

Questão de segurança:

Antes de um imóvel ser alugado, existem diversos cenários em que a chave passa na mão de diversas pessoas.

Seja a entrega das chaves para pretendentes à locação, seja para profissionais que vão efetuar alguma manutenção no imóvel, como, por exemplo, uma pintura.

Em muitos casos o proprietário deixa a chave na portaria e permite a entrada de algumas pessoas, já em outros casos a chave é fornecida por uma imobiliária, que a entrega para diversos interessados ou profissionais.

Mas neste caminho podem surgir pessoas com má-índole, que fazem cópias das chaves para em algum momento poder furtar objetos.

Já presenciamos ouvimos diversos relatos que foram assaltados sem que neles tivessem sinais de arrombamento.

Precaução:

De acordo com o citado a cima, é uma recomendação para todo inquilino que se faça a troca do segredo sempre ao iniciar uma locação.

Esta troca de segredo garantirá que nenhum estranho utilize uma chave antiga para entrar no imóvel.

Invasão de Propriedade:

A partir do momento em que se inicia uma locação a posse do imóvel é transferida para o locatário (inquilino), e se o locador (proprietário), ou qualquer outra pessoa, entrar no imóvel sem a permissão do locatário utilizando uma chave quando o inquilino não está presente, será configurado invasão de propriedade.

Conclusão:

Ao receber as chaves para iniciar a locação, pode, se assim desejar, trocar o segredo da fechadura, pois um direito seu. Tendo em vista, que no final do contrato o imóvel deve ser entregue nas mesmas condições em que foi alugado.

Sendo assim por questões de segurança garanta que ninguém terá acesso ao imóvel por meio de chaves que podem ter sido deixadas por outras pessoas. Zele por sua segurança, de sua família, de seu imóvel e patrimônio, e fique tranquilo com sua locação.

Referências:
Lei 10.406
Lei do Inquilinato

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Cartório Digital

Cartório é um órgão (repartição) público ou privado que detém a custódia de documentos e garante a fé pública dos mesmos. Segundo a Lei Federal n. 8.935/94 (art. 1º) os cartórios têm por finalidade garantir a publicidade, autenticidade, segurança e eficácia dos atos jurídicos.

É correto afirmar que a tecnologia está em constante evolução, coisas que antes eram impossíveis aos nossos olhos, hoje são consideradas comuns no nosso cotidiano, e até mesmo indispensáveis. 

Nesse sentido, os cartórios também estão em constante evolução. O cartório digital nada mais é do que uma plataforma online que oferece serviços cartoriais, permitindo que as pessoas utilizem seus recursos, por meio do registro e certificação de arquivos e documentos eletrônicos pela internet. Isso é feito com o mesmo reconhecimento e autenticidade dos cartórios físicos, com mais agilidade e velocidade.

Considerados serviços essenciais à população, levaram para o cidadão a segurança jurídica, autenticidade e fé pública, que já ocorre no mundo físico para o mundo virtual.

O cartório digital funciona por meio de uma plataforma que permite a comunicação online entre o tabelionato e o usuário e conta com um certificado digital. Dependendo da solicitação, os serviços e documentos podem ser expedidos em questão de pouco tempo, em formato eletrônico, enviados por e-mail.

Já existe a regulamentação dessa possibilidade há alguns anos, essa opção que vem se destacando por causa das recentes demandas da sociedade, de menor locomoção e restrições de deslocamentos muito também por causa da pandemia.

Os serviços são realizados online, facilitando a vida dos solicitantes dos mais variados segmentos, como o mercado imobiliário. Tudo pode ser feito online, através do computador. É relevante relembrar que os documentos gerados no ambiente virtual são tão válidos e seguros quanto os físicos, visto que os processos de criptografia são confiáveis.

Interessou-se pelas informações? Então, acompanhe nossas redes sociais para mais informações!

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Dicas de Decoração CRISTALEIRAS & APARADORES

É muito agradável quando chegamos em um ambiente com elegantes detalhes de decoração que criam uma harmonia e aconchego, as cristaleiras e os aparadores são móveis versáteis e sofisticados capazes de completar de forma muito especial a decoração de vários ambientes.

As cristaleiras originalmente foram criadas com a função de guardar e proteger os cristais, louças e objetos finos, com a finalidade de deixar esses itens visíveis integrando a decoração. A primeira cristaleira da história foi da Rainha Mary da Inglaterra, desta forma o móvel é até hoje um símbolo de riqueza e poder.

O aparador é uma peça do mobiliário simples e minimalista, normalmente composto por um tampo e uma base. Alguns modelos de aparadores apresentam gavetas ou prateleiras, deixando a peça mais funcional. A versatilidade dos aparadores é incontestável, pois se encaixam em qualquer ambiente e têm a função que cada pessoa e ambiente necessita, além de ser uma peça estratégica utilizada para preencher uma área vazia e sem utilidade em um cômodo.

Fazendo uma busca no mercado é possível encontrar vários modelos diferentes de cristaleira e aparadores à venda – em tamanhos, materiais e cores diferentes. Existem os clássicos, rústicos, modernos. Portanto é muito importante observar o estilo da composição decorativa idealizada para a sua casa e prezar por manter a harmonia e funcionalidade do cômodo.

As Cristaleiras podem ser usadas com a função original, que é guardar cristais e louças, geralmente para compor a decoração da cozinha, sala de jantar ou sala de estar.

As Cristaleiras também podem ser utilizadas com criatividade para guardar outros objetos como livros e itens decorativos:

Os aparadores podem ser utilizados em vários ambientes da casa, por sua versatilidade combinam com hall de entrada, salas de estar e jantar, varandas e corredores. Porém, é muito comum os aparadores aparecerem na decoração do quarto ou como divisores de ambientes amplos e integrados.

Uma excelente dica muito sugerida pelos decoradores é usar aparador bem em frente à entrada principal dos lares, dando boas-vindas aos visitantes:

Quando falamos em móveis de decoração, você pode deixar a sua criatividade fluir e inovar sempre lembrando que todos os itens do seu lar devem conter a personalidade, o estilo seu e da sua família, bem como prezar pela funcionalidade e praticidade. Já pensou em adequar o aparador ao seu banheiro? Sim!

As cristaleiras e os aparadores são móveis sofisticados que encantam e transformam o ambiente, são peças que valem o investimento pois com certeza serão muito úteis e passarão muitos anos compondo a decoração da sua casa.

DICA: Se você está pensando em redecorar algum ambiente da sua casa, leve em consideração a possibilidade de aproveitar a funcionalidade e riqueza de detalhes das cristaleiras e aparadores e encante-se com o resultado!

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Como priorizar obras e manutenções dentro do condomínio

O condomínio deve sempre priorizar primeiro aos requisitos de segurança, que podem deixam os condôminos e a edificação vulneráveis, e as obrigações que são exigências de órgãos públicos e leis. Uma alternativa é a criação de um Plano de Manutenção Preventiva com uma empresa especializada ou engenheiros. O síndico pode efetuar um relatório de inspeção predial, na qual deve ter em mente que segurança, saúde e cumprimento de leis devem vir antes.

Recentemente obtivemos um caso atípico em todo o mundo, sendo necessário colocar em prática todos os regulamentos sanitários em um espaço de tempo pequeno, readequando o condomínio para uma nova realidade. Devido ao COVID-19 muito do que foi aprovado em assembleia, que era muito desejado e até mesmo necessário, não pode seguir dentro do previsto. Projetos importantes tiveram que entrar em segundo plano, cedendo a vez para o que deve vir sempre em primeiro lugar: segurança e saúde.

É importante destacar a necessidade de haver um ou mais canais de comunicação com os moradores, de preferência à escolha deles, para que todos estejam por dentro e acompanhem a evolução das atividades condominiais. Para isto o apoio do grupo gestor, conselheiros e de uma administradora é vital para que haja sempre uma boa comunicação entre todos. Serviço executado com excelência pela Administração de condomínios da Imobiliária Jaeger.

Metodologias para priorizações no condomínio: Matriz GUT e matriz SWOT 

Além do critério “saúde e segurança em primeiro lugar” e do combo citado no item anterior, o síndico pode se diferenciar ao adicionar metodologias e ferramentas tecnológicas ao seu arsenal para calibrar o seu olhar analítico na hora de priorizar atividades e tomar decisões em seus condomínios.

Gravidade, Urgência e Tendência é o significado da sigla GUT, que batiza a ferramenta usada na priorização de resolução de problemas e tomadas de decisão.

Aplicando-a no condomínio, o síndico consegue enxergar o que é realmente relevante ou mais prioritário para o empreendimento, por meio da pontuação atribuída a cada item inspecionado.

Amplamente usada na administração de empresas, a matriz SWOT vem do inglês Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças) para ajudar a determinar esses elementos na organização e usá-los na elaboração do seu planejamento estratégico.

Faz análise do ambiente interno e externo e auxilia a elencar itens relacionados à essência do condomínio que, impactam na sua valorização patrimonial, no que leva uma pessoa a decidir por morar neste empreendimento e não em outro. O síndico pode adotar alguma ferramenta para auxiliar no controle das atividades, como checklists, painéis físicos, planilhas, roteiros, softwares ou aplicativos – estes últimos, por serem online, ainda mais práticos e funcionais.

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COMO VENDER SEU IMÓVEL MAIS RÁPIDO

O investimento em imóveis é um dos mais seguros possíveis. Segundo a revista Exame, a valorização de imóveis ultrapassou o valor de R$ 1,5 tri em apenas um ano. Conforme o IGMI-R (Índice Geral de Preços do Mercado Imobiliário Residencial), o preço médio dos imóveis aumentou cerca de 12,5% no ano de 2021.

A segurança do investimento, somada com a valorização que os imóveis receberam, resultam em um aumento de investidores imobiliários. De acordo com a plataforma digital Papo Imobiliário, o número de clientes investidores dobrou nos últimos dois anos, entre clientes que compram para alugar e os que compram para a revenda do imóvel.

Segundo o G1, o tempo médio entre o anúncio do imóvel até a assinatura do contrato leva em torno de 16 meses. Para muitos clientes, esse tempo pode se tornar muito longo para seu investimento. Para subjugar esta barreira, aqui vão algumas dicas de como vender seu imóvel mais rápido!

1 – Deixe o imóvel pronto para mudança

Segundo Robert Reffkin, CEO da empresa Compass, um dos pontos cruciais para vender o seu imóvel mais rápido é deixá-lo pronto para mudança. Isso aplica-se nas reformas do imóvel, pintura, limpeza e jardinagem. Além de valorizar o imóvel, vai deixá-lo mais atraente na hora da visita do comprador.

2 – Esteja com a documentação em dia

A documentação em dia é um facilitador importante na hora da venda do imóvel. Situações tais como o imóvel não estar averbado; em inventário; ou não estar no nome do vendedor são fatores que podem atrasar a negociação em meses e até mesmo impossibilitam a possibilidade de financiamento do imóvel. Com a documentação devidamente correta, é possível salvar tempo e possíveis transtornos futuros.

3 – Garanta que o imóvel esteja no preço certo

Um imóvel que está dentro do valor de mercado é vendido mais rápido em relação a um que está acima. Este valor pode variar muito dependendo de vários fatores, e um imóvel de acordo com o valor de mercado em uma cidade, pode estar com o valor destoante em outra. Para garantir que o seu imóvel se encontra nesse valor, é recomendado realizar uma avaliação com um corretor de imóveis.

4 – Publique o imóvel com fotos chamativas

Uma foto vale mais que mil palavras” é um ditado popular que é apropriadamente aplicado ao anunciar seu imóvel. Fotos com boa iluminação; ambiente limpo e organizado; e ângulos privilegiados são cruciais para a representação do imóvel. Deixe as janelas abertas, as luzes acesas e objetos pessoais guardados na hora de tirar as fotos!

5 – Divulgue seu imóvel nas plataformas adequadas

Tenha em mente qual o padrão do imóvel à venda e onde seu comprador em potencial possa estar o procurando. Ele lê jornal? Quais? Acessa redes sociais? Qual horário? Encontrar o canal de comunicação entre seu imóvel e o comprador é um fator essencial para agilizar a venda. 

Seguindo essas dicas, é seguro afirmar que o tempo médio de venda do imóvel pode ser reduzido por mais da metade. A Imobiliária Jaeger, com mais de 70 anos de empresa, possui a experiência de mercado e conhecimento necessário para intermediar a negociação e auxiliar a vender seu imóvel mais rápido.

Interessou-se pelas informações? Então, acompanhe nosso site para mais informações do ramo imobiliário!

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Contrato de aluguel: como funciona? O que deve constar no documento?

Um contrato de aluguel é um documento feito para cessão de um bem por um determinado período. Em troca do uso, o locatário (dono do bem) paga ao locador (quem aluga) o valor do aluguel.  Um contrato de locação é um acordo que pode ser feito por duas ou mais partes.

Quando se fala de contrato de locação de imóvel, há uma lei específica sobre esse tema, a lei do inquilinato (nº 8.245/91). Desse modo, a legislação serve para regular um contrato de aluguel de imóvel. Ou seja, a lei determina tudo que é permitido ou não exigir.

É aconselhado o contrato de aluguel seja elaborado por advogado especializado em direito imobiliário ou uma imobiliária, e que ampare todas as questões que podem advir da locação, tais como:

  • Qualificação do envolvidos: são as informações do locador e do locatário. Isto é, os dados pessoais ou das empresas;
  • Descrição dos bens: informações que especificam quais são os bens locados;
  • Tipo de locação e vigência: descrição de como os bens devem ser utilizados e por quanto tempo serão cedidos para aluguel;
  • Valores e condições de pagamento: prazos para pagamento do aluguel, as formas de pagamento, os montantes e os reajustes de aluguel;
  • Garantias: a forma que o locador terá para reaver os valores de aluguel em caso de inadimplência do locatário. Isso ocorre, para que caso não ocorra o pagamento, o contrato de aluguel possa ser cumprido até a realização do despejo do locatário do imóvel, que se dá por meio de ação de despejo.

Além disso, esse contrato serve também como uma forma de evitar conflitos entre o locador e locatário, uma vez que todas as condições foram acertadas anteriormente, além de serem combinadas as condições de rescisão contratual.

Temos normalmente 03 tipos de contrato de aluguel:

  • – A locação comercial; O principal diferencial dessa forma de locação é o fato de que o imóvel destina-se exclusivamente ao desempenho de uma atividade comercial. 
  • – Locação residencial; é a locação feita para moradia.
  • – Locação por temporada; Se destina a locação, à residência temporária do Locatário, seja por motivo de estudo, trabalho, lazer etc.

Muito comum em regiões de praia, residências próximas de pontos turísticos etc. Tem o período de tempo fixo que não pode ser superior a 90 dias, sob pena de descaracterização da temporada. Esse contrato de aluguel em específico, devido a sua natureza tem cautelas especiais.

Cada um com suas peculiaridades. As quais vão desde o tempo do contrato de aluguel e garantias, até a forma de pagamento dos aluguéis.

é comum, que as imobiliárias exijam garantias que protegem o proprietário do imóvel contra inadimplência. Entretanto, não se pode exigir qualquer tipo de garantia, mas apenas as legais.

Tipos de garantias:

  • Caução; é a modalidade na qual o inquilino deposita determinada quantia em dinheiro em uma conta bancária aberta apenas para esse fim
  • Fiança; O fiador, é um terceiro elemento no contrato de locação, que já inclui, naturalmente, o futuro inquilino e o proprietário. É justamente ele quem tem a função de garantir que o acordo seja cumprido da maneira que foi combinado, tendo obrigação subsidiária, respondendo com os próprios bens.
  • Seguro Fiança; A maior vantagem de optar por este tipo de garantia é a dispensa do fiador. É uma garantia contratada pelo locatário para dar segurança ao proprietário do imóvel. Dessa forma, ele substitui outros tipos de garantia, como o caução ou o fiador. Assim, além desses tipos de garantias nas locações, não se pode usar outras. Portanto, verifique se os seus contratos de locação estão conforme a legislação.

Algumas imobiliárias praticam uma garantia por cartão de crédito. Ainda tem-se o título de capitalização. Mas, nesses casos não estariam usando garantia não prevista em lei? Não! Pois tais garantias são modalidades do tipo caução.

Por fim, é importante lembrar que na locação imobiliária proíbe-se exigir mais de uma modalidade de garantia. Ou seja, se optou pela fiança não pode exigir, também, uma caução. Caso contrário, portanto, a imobiliária ou locador cometeria um ilícito civil e criminal.

Sobre a Rescisão de contrato antecipada. Todo contrato deve prever como será a reação dos envolvidos em caso de rescisão antecipada.
Não poderá o locador solicitar o imóvel antes do prazo acordado, sendo esta opção disponível somente para o locatário.

Percebe-se ao longo deste texto a importância de se ter um contrato bem definido. Este contrato servirá como uma segurança entre todos os envolvidos.

Sempre faça um contrato claro e objetivo, conte com a ajuda de uma imobiliária, evitando assim conflitos que poderiam resultar em brigas judiciais, prevenindo as partes de prejuízos e da perda de tempo.

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